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Mauro Clark


A estória da mulher hemorrágica, que comentei no artigo anterior, é rica demais para falar dela apenas uma vez. Transcrevo novamente o relato bíblico, para depois enfocarmos um ponto importante.

Enquanto ele (Jesus) ia, as multidões o apertavam. Certa mulher, que havia doze anos, vinha sofrendo de uma hemorragia, e a quem ninguém tinha podido curar (e que gastara com os médicos todos os seus haveres), veio por detrás dele e lhe tocou na orla de veste, e logo se lhe estancou a hemorragia. Mas Jesus disse: Quem me tocou? Como todos negassem, Pedro (com seus companheiros) disse: Mestre, as multidões te apertam e te oprimem (e dizes: Quem me tocou?). Contudo Jesus insistiu: Alguém me tocou, porque senti que de mim saiu poder. Vendo a mulher que não podia ocultar-se, aproximou-se trêmula e, prostrando-se diante dele, declarou à vista de todo o povo, a causa por que lhe havia tocado e como imediatamente fora curada. Então lhe disse: filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz (Lc 8.42b-48).

Comentei que essa estória retrata a situação de muitas pessoas que sofrem de um mal espiritual: o desconhecimento de Deus. Falei também da felicidade daquele que, tal qual aquela mulher, após tentar tudo, resolve procurar o Senhor Jesus Cristo. Quando a mulher tentou se aproximar de Cristo, surgiu um obstáculo: as multidões cercavam e empurravam o Mestre. Certamente ela não contava com essa! Que situação precária para ter um encontro com o Filho de Deus, ainda mais quando a pobre senhora procurava resolver um problema tão grave e decisivo para ela. O que fazer ???

E a história se repete: o pecador, convencido do seu mal, resolve procurar Jesus. Mas logo percebe, confuso e decepcionado, que uma multidão O cerca. Melhor dizendo, O empurra. Dezenas de religiões e seitas pregam a Jesus e fazem dele a sua bandeira. É como se, dissessem: “Jesus é nosso! Nós é que estamos com a verdade!”
A primeira pergunta que vem à mente deve ser: “E agora? A qual dessas religiões vou me filiar? Qual delas vai resolver o meu problema?” 
A resposta está com a mulher da história: vá diretamente a Jesus! Ela sabia que apenas Cristo tinha poder para curá-la e nada neste mundo iria impedi-la de um contato pessoal com Ele. Não seriam aquelas milhares de pessoas a intimidá-la. Nem foi ela atrás de alguma autoridade religiosa dos judeus ou de algum dos apóstolos, para marcar uma audiência com Cristo. Nada disso. O objetivo dela era Jesus e ela iria alcançá-lo - e já! Passou por entre a multidão e fez o que desejava: tocou-Lhe na orla da veste.

Sabe qual religião cura alguém da falta de Deus? Nenhuma! Esse mal não é resolvido por uma instituição. Somente Cristo tem poder para salvar e dar paz em um coração angustiado. Ninguém deveria se intimidar com as religiões e nem permitir que elas sejam impedimento para chegar a Jesus. É deixá-las de lado ir direto ao Salvador.

Após falar de Jesus a uma pessoa, algumas vezes ouço o comentário: “Ah, esse negócio de religião é muito confuso. Para começar, como é que vou saber a a que está certa? Prefiro continuar como estou: com nenhuma.”

Decisão infeliz! Já imaginou se aquela mulher, ao ver a multidão cercando Jesus, dissesse: “Aqui está muito conturbado, vou-me embora; é melhor ficar mesmo como estou.” Que triste final!

É somente na Bíblia que se encontra as palavras de salvação. É lá que estão os ensinos de Jesus. É através da Bíblia que alguém ansioso pela vida eterna poderá ter um encontro pessoal com o Salvador. É só recorrer a Ele... diretamente! 



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