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ARTIGOS (Semeando a Palavra)
Katrina & companhia são só avisos...

Mauro Clark


As festas natalinas de 2004 foram um tanto quanto ofuscadas pelo destruidor tsunami, que deixou um saldo de mais de 100 mil mortos na Ásia.

A imagem do mar avançando terra a dentro e corpos boiando já ia apagando da memória quando surge o Katrina. Menos voraz em vidas, chocou pelo bilionário prejuízo material e pela ousadia de inundar totalmente uma cidade grande no país mais rico do mundo.

E aí vieram o também americano furacão Rita e outros companheiros cataclísmicos sem nome, no Peru e na China. Até o Brasil, assustado, começou a entrar na lista dessas brutais agressões climáticas.

Embora não sejam unânimes na explicação do motivo da explosão desses fenômenos naturais, os especialistas concordam a uma só voz que outros virão. E mais outros...

Boa hora de lembramos a maior catástrofe que já houve sobre a face da terra: o dilúvio. Durante quarenta dias e quarenta noites choveu torrencialmente e a terra inteira ficou inundada. Pereceu toda a raça humana, com exceção de oito pessoas: Nóe, os três filhos e as respectivas esposas.

No livro de Gênesis, o relato do estrago dessa calamidade é aterrador: “Pereceu toda carne que se movia sobre a terra... e todo homem. Tudo o que tinha fôlego de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca, morreu. Assim foram exterminados todos os seres que havia sobre a face da terra, o homem e o animal”. (Gênesis 7.21-22).

Se os homens dessem mais valor à Palavra de Deus, o dilúvio seria estudado com mais seriedade. Mas parece que só se servem dele para ilustrar livrinhos de contos (ou lendas) e para inspirar discos infantis.

Por que houve o dilúvio? Deixemos que a própria Bíblia responda: Viu o SENHOR que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração; então, se arrependeu o SENHOR de ter feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração. – Gênesis 6.5-6

Resolveu então destruir pela água tudo o que tinha vida, exceto a família de Noé.

Note que o dilúvio foi um julgamento, um castigo. A humanidade se tornou simplesmente imprestável aos olhos do próprio Criador!

Mas aqui estamos nós no século 21, voltados para o futuro. O que temos a ver com o longínquo dilúvio?

Jesus disse o seguinte: Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem. – Mateus 24.38-39.

Você percebe a analogia direta que Cristo faz entre a destruição e mortandade do dilúvio e a segunda vinda dEle? Quando retornar, não mais será como um homem perseguido e sofredor, mas como Rei e Juiz, espada em punho, para julgar, condenar e destruir todos os que têm se mostrado rebeldes a Ele e a seu Pai. Será um tempo terrível para os que não deram ouvidos aos alertas divinos, proclamados através da Bíblia. 

E quando será isso? Ninguém sabe determinar com precisão. Mas é exatamente aí onde entram o Katrina e companhia. Jesus disse que fomes e acontecimentos cataclísmicos serviriam como sinais da aproximação dessa época. (Veja Mateus 24.7) Muito provavelmente é isto o que estamos assistindo agora.

Mas o trágico é que as pessoas nem ao menos se aperceberão da chegada desses sinais. E isso porque, como nos dias de Noé, não estão dando a mínima para os avisos que vêm de Deus. Estão preocupados em comer, beber, se divertir, praticar sexo, falar de política, ganhar dinheiro e tudo o mais, quase sempre em desacordo com os padrões de Deus. E ainda debocham dos que levam essas coisas a sério, pregam a Palavra - como Noé - e procuram viver de modo correto e obediente a Cristo.

Meu amigo, olhe para os furacões e maremotos que estão começando a nos cercar de todos os lados. Lembre-se do dilúvio. Ouça as palavras da Bíblia e entre na arca da proteção em Cristo, antes que seja tarde. Ou você vai querer fazer companhia aos que ficarão de fora?

 



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