
"Não é nada, não, amigo!" - 2a. parte
Não sei porque, veio-me à mente alguém pensando, depois de ter lido o meu post sobre o relojoeiro, na última 6a. feira: Ora, o gesto daquele homem explica claramente porque tudo o que ele conseguiu na vida foi uma banquinha de consertar relógio num cantinho qualquer.
E me senti irritado só pela idéia de alguém pensar algo assim. Mas sei que isso não é só coisa da minha imaginação, não. Infelizmente muita gente pensa mesmo dessa forma. Via de regra o ser humano é mesquinho, agarrado às coisas pequenas. E pensa que não ser assim é flertar com a pobreza.
Mas recuso-me a acreditar que o desapego ao dinheiro é o motivo pelo qual aquele homem não progrediu muito em termos profissionais. Desde quando generosidade é motivo de fracasso? Pode ir atrás de outro motivo para explicar a modéstia financeira daquele homem, mas nunca a liberalidade.
E que cada um de nós cuide para não cair na armadilha de deixar de ser generoso com medo de estar jogando dinheiro fora e terminar fracassando.
Seja liberal com o seu dinheiro. Despreze a mesquinhez... e aguarde as bênçãos de Deus, o Super Generoso!