
Um missionário na África desceu do pequeno navio, com vários acompanhantes, e se dirigiram a um chefe tribal que o esperava à margem, com um pequeno grupo. Eles não se conheciam. A tensão era grande, de ambas as partes. Mas o encontro foi cordial e fizeram amizade.
Anos depois, o indígena revelou que havia dezenas de guerreiros escondidos nos arbustos, apontando as flechas para o missionário e sua turma.
E por que ele não deu ordem para que disparassem, assumindo que o homem branco vinha em paz?
- Ora, porque ele veio sorrindo. E ninguém atira em homem sorrindo!
Quantas “flechadas” deixaríamos de levar por aí, com o simples mostrar de um rosto sereno e um sorriso nos lábios, a revelarem um espírito desarmado.
Quanto aos céticos, a argumentarem que um belo sorriso pode esconder péssimas intenções, eu responderia:
- De fato. Mas se até um africano bruto soube conhecer um sorriso sincero, por que você também não aprende?
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